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segunda-feira, 19 de julho de 2010

LP, vinil: Condition critical

Hoje estou aqui para lhe indicar um vinil Condition Critical da banda Quiot Riot


O LP foi lançado em meados dos anos 80, criticado por ter sido muito parecido com seu antecessor “Metal Heart”, este álbum não foi tão bem sucedido quanto seu antecessor em qualquer reação dos fãs ou das vendas, apesar de ter vendido mais de 3 milhões de cópias, mas apesar disso para mim é melhor vinil da banda, muitas bem marcadas, no bom e velho estilo hard rock, talvez ao ouvi-lo lembraram de algumas bandas de hard, eu aconselho a vocês CONDITION CRITICAL, quiot riot

domingo, 18 de julho de 2010

Museu do homem americano homenageia a semana internacional do rock

Museu homenageia a semana internacional do rock



O Museu do Homem do Nordeste realiza, neste domingo (18), apresentações com as bandas Cascabulho e Natóra Banda & Grupo Percussivo (especial semana do rock)

O Museu do Homem do Nordeste realiza, neste domingo (18), o programa Família no Museu, e faz homenagem a Semana Internacional do Rock. Para tanto, o museu terá as apresentações musicais das bandas Cascabulho e Natóra Banda & Grupo Percussivo. O evento acontece das 13h às 17h. Além disso, a exposição do museu terá visitação gratuita e outros eventos durante a semana.

sábado, 17 de julho de 2010

Twisted Sister o glam dos anos 80



Twisted Sister é uma banda de hard rock e glam Americana, formada em 1972 na cidade de Nova York. Que adotou um estilo glam rock, no qual a performance no palco e o seu traje andrógeno é tão importante quanto a música . O visual andrógeno com direito a batom, pó-de-arroz, sombra, rouge  e roupas chamativas eram uma das marcas registradas da banda.

You Can't Stop Rock 'n' Roll, de 83, transformou-se em um clássico. Adicionando heavy metal ao seu som de hard, o Twisted Sister consagrou-se na história do rock com o álbum Stay Hungry (84), que continha os hits I Wanna Rock, The Price e We're Not Gonna Take It que, de tão tocados nas rádios e na MTV, saturaram a imagem do grupo, maldita seja MTV.

A banda se tornou simbolo para muitos jovens da época nos anos 80, que chegou a ter grande importância nos Estados Unidos.

Devido a paixão enlouquecida de alguns fãs mais afoitos, Dee chegou a fazer um seguro milionário de seus longos cabelos loiros (seu cabelo ia abaixo da cintura) e alguns fãs tentavam arrancar mechas durante os shows da banda. Os shows eram eletrizantes e embora Snider medisse apenas 1,64 m, suas botas enormes e sua postura de palco faziam-lhe parecer um gigante.

Em 1999, eles se reuniram para lançar material ao vivo do grupo e, em 2004, rearranjaram seus clássicos do Stay Hungry e os lançaram no álbum Still Hungry. Recentemente saiu um tributo a banda com importantes nomes do hard rock atual. Entre os fãs confessos da banda há nomes como Sebastian Bach, ex-Skid Row, Bret Michaels, do Poison e até Gene Simmons do KISS já teceu comentários elogiosos ao som do Twisted.Em 2007a  banda teve seu clássico I Wanna Rock presente no game Guitar Hero Encore:Rock's the 80'

A "morte" do metal e do rock nos anos 90: porquê o rock decaiu na década de 90

O por quê do metal e do rock ter “morrido” nos anos 90 como os mais radicais ou os mais fãs dizem, porquê o metal e rock mudaria drasticamente nessa década que marcou grandes mudanças no rock, no heavy metal até mesmo no punk. 



O primeiro dos motivos foi o “Grunge” maldito seja, pois o grunge que na época virou febre acabou com o rock e principalmente com o hard rock (farofa) que as gravadoras começaram rejeitar drasticamente, o estilo era visto como ultrapassado e muito exagerado visto que a onda glam já havia passado a umas décadas.

O segundo motivo foi a mudança do LP pro CD digital, isso inicialmente não mudou muita coisa, mas pouco tempo depois acarretou num prejuízo para as gravadoras com a grande proliferação da pirataria, com isso as gravadoras investeram menos em novas bandas que formariam uma nova geração de rock decentes, e os álbuns ficam mais longes um dos outros, visto que nos anos 80 bandas chegavam a gravar 2 a 3 álbuns num único ano, hoje em dia leva de 4 ou mais anos de um álbum a outro.

O terceiro motivo foi das bandas mesmo que algumas resolveram mudar ou inovar e acabaram fazendo merda, ou se venderam visto que a cena do metal estava fraca comparada aos anos 80, que foi um dos grandes ápices do rock e do metal.

O quarto motivo foi que com tudo isso e principalmente com a falsificação as gravadoras começaram usar mais a mídia para vender seus discos, começaram a proliferar “bandinhas” da moda, que só fazem sucesso com uma musica legalazinha e depois somem, nos anos 80 tinha isso, mas no anos 90 isso ficou mais evidente piorando nos anos 2000 em diante.

O quinto é que houve quase nenhuma renovação de bandas grandes como por exemplo judas priest, manowar, ac/dc e cada dia que passa mais fica difícil surgir uma banda assim, as que surgem são de rock são boazinhas, mas nada comparado as dos anos 80

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Hard Rock da Ascensão ao Auge e a Decadência

O mundo da música é formado por inúmeros gêneros e subgêneros. No mundo do Rock n’ Roll não poderia ser diferente; temos os estilos popularmente chamados de “clássicos”, que deram origem a muitos outros como o Hard Rock.
Em meados da década de 70 existiam grupos como Deep Purple, Aerosmith, Rainbow, Nazareth, Uriah Heep, dentre outros fazendo o Hard Clássico, com influências da música negra americana como o Blues (Great White é uma boa referência), influência de música renascentista e adicionando toques especiais como o uso de harmônicas e órgão Hammond, essenciais para o som da época.


Como tudo - ou quase tudo - tende para a evolução, no final da década de 70 a capital do Hard Rock estava tomando um toque de requinte de um dos estados mais “esbanjadores” de glamour da historia da humanidade. Na Califórnia / EUA, mais precisamente nas cidades de Los Angeles (L.A) e Las Vegas (Vegas), já estavam estourando bandas como Van Halen e Alice Cooper (este que, mesmo tendo uma postura essencialmente oitentista, já está na cena musical desde os anos 70), todas aproveitando o “boom” da cena que estava tomando proporções cada vez maiores. 


A explosão Hard Rock teve seu auge até meados dos anos 90 (1992/1993), quando cedeu lugar para uma outra vertente do Rock n’ Roll, tendo uma proposta bem simplista e mais direta, sem os excessos de outrora. O movimento era chamado de “Grunge”, tendo influência do Punk Rock e como mestres do estilo, nomes como The Ramones e Misfits. Na época, muito se falava de possíveis “brigas” de estilos/bandas, como o famigerado desentendimento da banda Guns n’ Roses e o mais novo ícone do Rock mundial, Nirvana. De fato, as duas “tribos” tinham objetivos, públicos e proposta bem antagônicas. Muitos críticos e músicos falam que o movimento Grunge e seus músicos foi o pior pesadelo do mundo Rock n’ Roll. “Kurt Cobain virou um garoto patético, perdido e de uma estupidez heróica”. - Pete Townshend, do The Who. Tal frase dá uma breve idéia da recusa por alguns “mostros sagrados” ao movimento Grunge. Grupos como Nirvana, Pearl Jam, Alice In Chains, Stone Temple Pilots e Soundgarden deram uma cara nova aos shows, sem as produções de milhões de dólares, palco bem simples, músicos com roupas de flanela e com uma cara de “quem dormiu sujo”, parecendo que tinha tempo que não via a cara de um chuveiro e sabão. Conseguiram atingir o grande estrelato, vendendo milhões de discos ao redor do mundo, movimentando a indústria fonográfica, garantindo a alegria de empresários com grana “brotando” quase que do chão e a alegria do público. Contudo, o Hard ainda dava seus suspiros, lógico, não como era em sua época de “ouro”, mas conseguia se arrastar, tendo alguns nomes levando a bandeira “poser” para frente. Mas foram poucos que conseguiram se sustentar. Já não havia muito espaço nas rádios, a MTV já não vinculava com tanta freqüência os clipes, o programa Headbanger’s Ball (programa para os fãs de Hard Rock e Heavy Metal exibido na MTV estrangeira) já estava sofrendo ameaça de não mais ser parte da programação da emissora, ou seja, todo aquele glamour do Hard com mulheres lindas, Harley Davidson’s, Jack Daniel’s, guitarras Gibsons, groupies, turnês mundiais e discos sendo vendidos igual côco gelado na praia de Ipanema no sábado, já não existia mais.


Eu confesso, nunca fui muito fã do movimento Grunge, sempre achei que faltava mais técnica dos músicos, a timbragem das guitarras quase sempre soava como caixa de abelha para meus ouvidos, sempre me passavam a idéia de estarem fazendo um enorme sacrifício/favor de estarem no palco, vide algumas apresentações do Nirvana (Hollywood Rock de 1993, por exemplo), Cobain cantava com uma má vontade “daquelas” e eu também não gostava do lance de parecer sempre sujo, poxa vida, custa tomar um banho e colocar um shampoo naquele cabelo ensebado (Meninas, Hard Rockers sempre tomam banho e são “cheirozinhos”, tá?!?). Mas dou o “braço à torcer” e não tenho qualquer problema em dizer que em algumas coisas eles acertaram a mão. Músicas como Alive e Even Flow – Pearl Jam - e Would e Man in the Box – Alice In Chains - , para mim são clássicos absolutos dos anos 90.


Mas nem tudo era perfeito para o movimento Grunge. O líder e principal figura da banda Nirvana, o vocalista Kurt Cobain, foi encontrado morto em sua casa. O laudo da perícia diz que ele se suicidou, mas muitos criticam e duvidam de tal fato, alguns chegam acreditar que a própria esposa de K. Cobain (Courtney Love Cobain) foi a responsável pela morte do jovem rapaz, mas isso ninguém saberá, de fato. O caso foi arquivado e não há nenhum interesse por parte das autoridades e muito menos da viúva que o caso seja rediscutido. Esse episódio foi o começo do fim da era Grunge. A banda Nirvana teve seu fim depois do tal “suicídio”, o baterista Dave Growl segue na música, montou a banda Foo Fighters e o baixista Chris Novoselic tentou se projetar em algumas bandas, mas não conseguiu nenhum reconhecimento e acabou virando ativista político em Washington, capital dos Estados Unidos e sua cidade natal.



O surgimento do Novo e a volta do Velho


Com o novo século novinho em folha batendo na porta, nada melhor que começar com um estilo novo de Rock n’ Roll, o New/Nu Metal. A idéia inicial do Nu Metal era (e ainda é) mesclar Rap, bases em samplers com o peso do Heavy Metal, bem coisa de americano mesmo, e foi exatamente na terra do Tio Sam onde o estilo teve mais adeptos. Grandes bandas surgiram desse movimento como Korn, Limp Bizkit, Slipknot, Static X, Taproo, Coal Chamber, Orgy, Kittie, Mudvayne, Kid Rock e Linkin Park. Não se falava em mais nada que não fosse o novo estilo. Todos os meios de comunicação, inclusive canais como MTV (e suas outras vertentes como MTV2 e MTV Hits) e o canal VH1 aproveitaram a grande oportunidade da nova safra de bandas para repaginar toda a sua programação, moldando muitos outros programas a esse novo mercado. Até o ano de 2005 e 2006, o novo “queridinho” da América tinha bons retornos em qualquer lugar do globo. Diversas bandas veteranas, como o Metallica e Ozzy Osbourne, seguiam em turnê com Linkin Park, Korn e Kid Rock, garantindo a união da velha escola de se fazer o Rock n’ Roll com a mais nova “fornada de bandas”, lotando todos os lugares, sejam estádios ou arenas por onde passavam e tendo apoio de grandes festivais mundiais como OZZFEST e ROCK AM RING. Outros músicos de grande influência no mundo do Rock como Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, deixam claro não estarem tão à favor do novo direcionamento, pontuando: “Korn é apenas moda. Ouça o primeiro álbum do Black Sabbath. Este nunca estará ultrapassado. Agora ouça um álbum do Korn. Eu me pergunto o que as pessoas vão pensar dos trabalhos deles daqui a 20 anos. Serão eles, realmente, o futuro do Rock N' Roll ou eles são a Cinderela do ano 2000?” - Bruce Dickinson.


Eu nunca acreditei em uma longa vida ao New/Nu Metal. Nunca foi um estilo que me cativasse. Sempre achei as composições meio genéricas e que forçavam um pouco a barra. Mas, uma coisa devo dizer: os videoclipes são bem legais, têm ótimas produções. Lógico, com a grana que as gravadoras investiam nessas bandas, era o mínimo a se ter. Nada que tire o brilho dos vídeos, claro. Clipes de bandas como Slipknot e Coal Chamber são bem legais. Esta última tem uma sacada bem legal. Para mim é das poucas coisas legais do estilo. Pelo menos, salvou-se algo, né?! Hoje o estilo mantém-se ativo, mas não com a popularidade de anos atrás. Algumas bandas já não lançam discos com tanta freqüência, mas ainda há turnês, shows esporádicos com bandas de mesmo estilo em pequenos festivais e demais características que fazem suas carreiras seguirem de uma forma mais modesta.


Desde o seu fim, por assim dizer, o Hard Rock - ou Farofa como é conhecido aqui no Brasil - vinha caminhando lentamente, conseguindo sobreviver nas sombras do “mainstream”. Inúmeros músicos foram obrigados a abandonar suas respectivas bandas, trabalhar como músicos de estúdio, fazer trilhas sonoras para filmes, trampar com produções e até mesmo mudar totalmente de estilo de vida, largando o mundo musical e se dedicando a outras atividades, como o caso do baixista Pat Badger (Extreme). que se dedicou à criação de animais em sua fazendo em Boston, ou seja, os anos 90 definitivamente não foram “belos” para o Hard Rock.



Bibliografia:
http://www.metalclube.com/novo/artigos/metal-em-questao/5604-hard-rock-da-ascensecadia.html

terça-feira, 22 de junho de 2010

Conhecendo um pouco a banda KIX





Aew!... To de volta povo. Agora falando de outra banda que pra mim é muito foda e que marcou meus 14 anos... hahaha Kix! é mais uma banda americana de Hard rock, surgida nos anos 80. a diferença para as outras? Eles não eram de Los Angeles, eram de Baltimore. Apesar de não ter tido o mesmo sucesso que outras bandas conseguiram, o Kix é bastante respeitado no meio musical “hard” americano.

Os líderes da banda são Donnie Purnell (bass) e Ronnie Younkins (guitar). Ronnie tinha o engraçado apelido de 10/10 (Ten ten). Os dois idealizaram a banda em 1980, e após muitas formações e tentativas frustradas, o grupo se estabilizou com Steve Whiteman (vocals), Brian Forsythe (guitar) e Jimmy Chalfant (drums).
O Kix disputava espaço com bandas como Motley Crue e Ratt. Existia uma espécie de rivalidade entre as bandas do cenário hard Americano. Por azar do Kix, a maioria das suas rivais se davam bem antes deles. Apesar de terem assinado um contrato logo em 1981, a banda não teve a atenção que precisava da gravadora (Atlantic). Seu primeiro disco não teve quase nenhuma divulgação e a banda teve que fazer tudo por si própria.
“Atomic Bomb” foi o primeiro disco, e o segundo álbum se chamou “Cool Kids”. O título (Garotos legais) talvez fosse uma tentativa desesperada de chamar a atenção do público, o que não deu nenhum resultado. Os discos continham boas músicas como “Yeah, yeah, yeah”, “The kid” e ”Body talk”, mas estas não foram suficientes para gerar vendas.
Para o terceiro álbum, a gravadora e a banda resolveram apostar pesado e contrataram o produtor Beau Hill, que no futuro trabalharia com Warrant e Ratt e faria com que seu nome se tornasse sinônimo de competência e eficiência. “Midnight Dynamite” (85) fez um enorme estardalhaço, o que fez com que a banda fosse convidada a abrir a turnê de retorno do Aerosmith. O disco trazia os hits “Bang Bang” e “Cold Shower”. A banda finalmente conquistava seu merecido espaço em meio ao hard americano.
Reza a lenda que, nesta época, estava surgindo uma banda chamada Poison no cenário de Los Angeles, e o vocalista copiava descaradamente a performance de palco do Kix. Quando a banda foi convidada a abrir o show do Poison em Los Angeles, descobriu que o cantor já era figurinha conhecida em seus shows... seria um fã?


Deixando o dito pelo não dito, O Kix começou a preparar mais um disco, desta vez com o conceituado Tom Werman. “Blow my Fuse” foi editado em 88, foi sucesso na América e trouxe o primeiro hit a entrar nas paradas, a balada “Don’t close your Eyes”. Outras canções como “Cold Blood", "Blow My Fuse", "Red Lite, Green Lite, TNT" também se tornaram hits em meio aos jovens e também na MTV, que exibia seus clips diariamente.
Com todo este sucesso, o Kix começou a fazer shows em arenas, juntos a monstros sagrados como AC/DC e Kiss. Com a entrada da nova década e os problemas que ela trazia, com o Kix não foi diferente. O interesse do público pela banda desapareceu.
Ainda tiveram um último suspiro chamado “Hotwire”. Seu primeiro single chamado “Money Girl” ainda foi exibido pela MTV, e isso ajudou nas vendas de apenas 200 mil cópias. Como o mar não estava para peixe, a banda se mandou pro Japão para fazer alguns shows e faturar um pouco.
A gravadora ainda aproveitou para lançar um disco ao vivo em seguida. Infelizmente este seria o último registro da gloriosa carreira do Kix....
E você que ficou curioso pra dar uma sacada no som da banda, aqui está; o glorioso Blow my Fuse de 88.
"Download now and have fun!" até a proxima! >_<\,,/



KIX - BLOW MY FUSE (DOWNLOAD)


                                                                                                                              -Postado por Giulianne.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Como surgiu Cinderella

Hoje em mais um dia aqui aproveitando e lembrando da nossa mais nova integrante GIULANNE ou Anne que escreveu sua primeira matéria em nosso site sobre o Tuff.
Hoje falarei de uma banda que surgiu nos anos 80, teve poucos álbuns, mas que marcou o Hard rock e Glam rock, Cinderella.
O Cinderella surgiu de outra banda de hard rock pouco conhecida, Deep Freeze, banda de Priscilla Harriet,Tom Keifer e Eric Brittingham logo depois tom e Eric abandonaram a banda da exótica vocalista para dar início na que seria uma das mais bem sucedidas bandas de hard e glam da década de 80, em seu primeiro álbum que para mim é o símbolo do Hard/glam, “Night Songs” que mostrou que a banda veio para marcar a década e que em sua capa mostrou tudo o glam rock da banda, as canções destaques são “Nobody's Fool”, “Shake Me” e "Somebody Save Me”,Superando muitas bandas de hard rock em Técnica e em voz.

O segundo álbum teve o nome de Long Cold Winter, mostrou-se menos hard, a banda estava com bem menos purpurina, mas amadurecida e começava abrir grandes shows como do Skid row, AC/DC e Motley crue, "Gypsy Road" e "Comin’Home" mostrou que banda estva diferente do seu primeiro álbum e a música  "Don’t Know What You Got... Till It’s Gone" fez a banda ir as paradas das rádios

Em 90 “Heartbreak Station” foi lançado, e sua faixa título ganhou notoriedade, emplacando nas rádios, inclusive do Brasil. Neste álbum também se encontra “Shelter Me”, a mais bem sucedida canção da banda, mas surgia muitos problemas na banda, passaram 3 anos sem gravar, tiveram problemas com seu baterista e pelo GRUNGE de novo (matéria sobre a banda  Tuff ) eles foram boicotado pela mídia, depois disso a banda lançou uma coletânea, um ao vivo e esta com um selo independente  A partir de 1999, eles voltam a fazer grandes turnês junto de outras bandas de hard como Slaughter, Poison e Faster Pussycat. A banda pode lançar a qualquer momento um novo álbum de estúdio.

A banda que surgiu pelos olhos de Bon Jovi, que apesar de terem lançado um quantidade menor de discos em comparação as outras bandas, conseguiram mantiver estável até os anos 90 que ainda estavam nas paradas, mas que logo seriam esquecidos por muitos.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Algumas bandas de Hard Rock


THE THROBS
The Language Of Thieves And Vagabonds
(1991- Geffen Records)

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Faço questão de começar pelo excelente The Throbs, quarteto formado pelo canadense Ronnie Sweetheart nas vozes e os norte-americanos Danny Nordahl no contrabaixo, Johnny Thunders na guitarra e Roger Magri nas baquetas.
Tudo começa em 1988, num destes típicos clubes noturnos de New York, quando Sweetheart, recém-saído do Canadá, conhece o compositor Danny, que já tinha bons músicos também dispostos a começar algo, mas faltava um vocalista que se encaixasse de maneira satisfatória. Nos ensaios o entrosamento é excelente e surge The Throbs, com um som simples e muito contagiante; aquele rock n´roll setentista cru como o velho AEROSMITH e Stones faziam no início de suas carreiras, mas bem mais pesado e com um leve cheiro psicodélico.
Dão uma geral tocando em tudo quanto é clube de New York e sem nenhuma demo, apenas na raça, acabam fechando contrato com a Geffen Records, que fica bastante impressionada com o que vê e escuta, tanto que aciona Bob Ezrin, famoso por produzir ALICE COOPER, para a produção de seu primeiro e único disco, “The Language of Thieves and Vagabonds”, que sai em 1991.
Cheio de idéias diferentes para cada faixa, apresentando músicas pesadas e variadas, onde o grande destaque vai mesmo para o tatuadíssimo Sweetheart, que com sua voz marcante, entre berros e excelentes melodias vocais consegue realmente chamar a atenção. Com canções pesadas como “Underground”, “Come Down Sister”, “It's Not The End Of The World”, a bonita balada bem Stones “Honey Child” e a viajante “Ocean Of Love”, a banda parte se apresentando nos EUA, Europa e Japão. Mas, apesar de ter um disco e tanto em mãos, platéias que interagissem com sua música onde quer que toquem; o que poderia ser promissor cai no marasmo, única e simplesmente pelo fato de todas as gravadoras da época começarem a focalizar suas atenções para o novo filão do momento: o grunge.
Apenas como citação, a capa de “The Language Of Thieves And Vagabonds” é uma reprodução de uma tela pintada em meados do séc. XIX por um paciente de um manicômio que havia esfaqueado seus pais, sendo uma pintura com tantos detalhes que realmente nunca chegou a ser concluída.


KIX
Blow My Fuse
(1988 - Atlantic Records)

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Originalmente chamando-se “Shooze”, depois “Generators” e finalmente, Kix, essa banda de Baltimore surgiu em 1979, fazendo uma mistura de Led Zeppelin com AC/DC. Esses amigos tocavam seis dias por semana em tudo quanto é buraco que aparecesse e assim formaram uma pequena legião de fãs e seguiram gravando discos acima da média com aquele rock n´roll despretensioso e cheio de energia.
Mas foi em 1988, com seu quarto trabalho, “Blow My Fuse” que a banda estoura nas paradas com a baladinha ”Dont´t Close Your Eyes”. Mas o disco não é somente uma faixa lenta, é puro peso e refrões que grudam na cabeça, como nas faixas “Red Light, Green Light, TNT”, “Boomerang” ou “Blow My Fuse” entre tantas outras. Kix ganha o disco de platina e parte em turnê com seus ídolosAC/DC, Aerosmith, David Lee Roth, Ratt e muitas outras feras da época. E o sucesso tão sonhado durou apenas um momento, pois mesmo estando no topo do mundo, a situação financeira do grupo estava totalmente deteriorada. Para onde ia o dinheiro das turnês, merchandise e venda dos discos?
Entre este e outros problemas, bastante abalada com a atitude dos tubarões da indústria fonográfica e com todo o glamour-relâmpago que ficou para trás, Kix, por amor à música arranja forças para seguir em frente, mas tocando novamente em pequenos clubes e botecos. Aproximando-se musicalmente cada vez mais da sonoridade do AC/DC, lança ainda dois bons discos de estúdio e um ao vivo, até encerrar as atividades em 1995. O vocalista Steve Whiteman então monta o Funny Money, banda sonoramente até similar ao Kix, onde lança quatro álbuns e está na ativa até os dias atuais.


CIRCUS OF POWER
Vices
(1990 - BMG/RCA)

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O Circus of Power é de New York e fazia o típico rock das ruas, termo que a banda sempre rejeitou, mas que se encaixa perfeitamente na sua proposta musical. Aquele som bem sujo, com muitas melodias e meio bluesy, resultando num hard bem vigoroso, tanto que a banda conseguiu fazer bastante barulho no circuito underground na época.
Formado inicialmente por Alex Mitchell (vocals), Ricky Beck Mahler (guitarra), Gary Sunshine (baixo) e por Ryan Maher (bateria), era uma banda bem marginal, bastante chegada a umas DROGAS, com uma imagem áspera e por isso fazia pouco caso dos conjuntos que estavam no topo, principalmente aquelas que usavam quilos de maquiagem e purpurina.
Seu primeiro e homônimo disco de 1988 é considerado um clássico no gênero, mas esse “Vices”, seu terceiro trabalho, é bem mais variado e pesado, talvez pela alteração na formação, sendo que Sunshine foi para a segunda guitarra e o novato Zowi assumiu o baixo. “Vices” apresenta músicas bem despojadas, sacanas e até certo ponto relativamente alto-astral, com ótimos trabalhos nas guitarras gerando momentos marcantes em toda a audição deste disco.
Circus of Power desde o início sempre teve lá seus problemas com os executivos engravatados, nunca conseguindo realizar dois discos consecutivos na mesma gravadora. E da próxima vez não seria diferente: os mesmos empecilhos começam novamente, tanto que seu próximo e derradeiro registro, “Magic & Madness” de 1993 tem um sentimento bem pessimista, e seu típico hard rock sujo apresenta um blues bem mais acentuado. Comenta-se que atualmente a banda, devidamente reformulada, está novamente compondo material para um novo trabalho, mas o assunto acaba por aí, pois não houve mais nenhum lançamento.


HOUSE OF LORDS
House of Lords
(1988 - Simmons/RCA)

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O norte-americano Greg Giuffria é um tecladista que fez história nos anos 70 ao participar de um dos conjuntos pioneiros no que se convencionou chamar de rock cristão: a lendária banda Angel, descoberta por Gene Simmons (Kiss) e que liberou seis discos ultra-melódicos, encerrando suas atividades em 1981.
Posteriormente, Greg monta uma banda que leva seu sobrenome, Giuffria, e, com dois álbuns trazendo um hard rock bastante melódico e majestoso, logo atrai novamente a atenção de Gene, que contrata o grupo para Simmons Records, que era uma extensão da major RCA.
Logo de cara o prestativo Gene já começa a orientar para que o grupo alterasse seu nome, resultando em House Of Lords, sem contar que pressionou para que também se demitisse o vocalista original, David Glen Eisley. A banda fica então com Greg Giuffria nos teclados, o estupendo vocalista James Christian (que tem um timbre bem semelhante ao de David Lee Roth), Lanny Cordola na guitarra, Chuck Wright no baixo e o bastante técnico Ken Mary na bateria.
Logo lançam seu debut, com músicas carregadas de belas melodias e dramaticidade, perfeitas para serem apresentadas em grandes arenas. As músicas não tinham aquele peso, mas havia distorção suficiente para chamar a atenção de muita gente. Faixas como “I Wanna Be Loved”, “Hearts Of The World”, “Under Blue Skies”, “Call My Name” e “Love Don't Lie” (cujo clip rolou direto na MTV) mostram a grande performance e bom gosto nas composições. Porém, em mais uma dessas peças que a vida nos prega, o disco passa meio despercebido pelo público e não vende muito bem.
A desilusão bate e começam-se os problemas de alteração na formação; o segundo álbum “Sahara” vem recheado de convidados ilustres e vende melhor, conseguindo disco de platina. Mas não tem jeito, o House Of Lords racha de vez... Sobrando somente Greg e James, lançam ainda um terceiro disco caça-níqueis para o mercado japonês. E somente em 2002, dez anos após esse último disco, o House Of Lords se junta novamente e libera o apenas razoável “The Power And The Myth”.

LOVE/HATE
Blackout In The Red Room
(1990 - Columbia)
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Essa banda começou em Los Angeles pelos amigos de escola Jon E. Love na guitarra, Skid nas quatro cordas e Joey Gold na bateria. A formação se completa depois com a inclusão de Jizzy Pearl nas vozes, e a partir daí os caras começam a se levar a sério, adotando o nome Love/Hate e mudando sua sonoridade, deixando sua música mais pesada e suja.
Em 1988 são contratados pelo grande selo Columbia, que passa a investir imensas quantidades de dinheiro na divulgação da banda, tornando-os imensamente conhecidos e somente depois de dois anos nesse esquema em cima do público rocker é que permitem ao conjunto gravar seu primeiro disco, intitulado “Blackout In The Red Room”.
E aí vem o mais interessante: com a insistência da gravadora na divulgação do Love/Hate e seu álbum, seria de se supor que este venderia horrores, certo? ERRADO! Nada aconteceu. A banda excursionou com AC/DC e ia muito bem na Inglaterra, mas nos EUA, sua terra natal, a coisa não engrenou. E “Blackout In The Red Room” é um disco bem bacana, nervosão e agressivo, apesar de na época não acrescentar nada de novo na já saturada cena musical.
Resumindo: Love/Hate perde a gravadora, perde o guitarrista, perde a paciência... Mas a banda, com trocas de integrantes, segue gravando vários discos até 2000, mas incorporando em sua música influências de punk, funk, psicodélico e blues, se transformando em uma banda mais alternativa e descaracterizada.

RAGE
Nice And Dirty
(1982 - Carrere Records)
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Apesar do nome Rage, essa banda é britânica, foi formada em 1980, antes do Rage alemão. Enquanto os alemães fazem até hoje seu power metal, esse Rage inglês lançou três discos com um hard rock obviamente bem diferente dos moldes norte-americanos.
Com o cantor Dave Lloyd, o guitarrista Mick Devonport, o baixista Keith Mulholland e o baterista John Mylett, esse quarteto inglês de Liverpool lança seu primeiro álbum pelo selo Carrere em 1981, chamado “Out of Control”, que vende muito bem e tem boa recepção da imprensa.
Mas para seu próximo álbum o Rage acrescenta o segundo guitarrista Tony Steers e “Nice And Dirt” é lançado em 1982, sendo todo aquele tipo de música cheia de feeling que chama muito a atenção, sendo em grande parte canções que poderiam entrar tranqüilamente nas velhas propagandas televisivas de uma certa marca famosa de cigarro, apresentando aquele hard europeu enérgico e cativante, melodioso e direto, com os instrumentos equalizados por igual e refrãos que já saímos cantando logo na primeira audição.
A fotografia da capa mostra duas beldades nas preliminares, algo descabido há mais de vinte anos. As vendas deste disco foram grandes, mas a banda começa a ser ignorada com seu terceiro e último disco, o bom “Run for The Night” e a banda se desmancha, sendo que cada um de seus membros começam a participar de outros projetos, alguns voltados para a NWOBHM.

WENDY O. WILLIAMS
W.O.W.
(1984 - Plasmatics Media)
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E para fechar esta primeira etapa, nada como essa singela garota que sempre teve muito mais atitude “sexo, drogas e rock n´roll” do que muitos marmanjos por aí. Independente de ter sido artista pornô entre outras profissões que fariam torcer o nariz de muita gente, Wendy O. Williams ficou mundialmente conhecida como líder da banda punk Plasmatics. Suas apresentações deixavam o público de queixo caído, com performances teatrais com muito apelo sexual e agressividade, destruindo paredes de televisores, veículos, muitos incêndios, pirações em biplanos, prisões, etc.
Em 1984, Gene Simmons produz o primeiro álbum-solo de Wendy, o que infelizmente resultou num disco não muito bem gravado, mas que apresentava músicas completamente diferentes do que era feito no Plasmatics.
A banda neste disco se completava com Wes Beech e Michael Ray nas guitarras, Reginald Van Helsing no baixo e T.C. Tolliver na bateria. Com participações de vários músicos, entre eles os membros do KISS (inclusive o disco apresentava a faixa “Thief In The Night”, que anos mais tarde acabou entrando no álbum Crazy Nigths do próprio Kiss). No lugar da tosqueira punk de outrora, as canções eram puro e simples hard rock da época, mas que com a interpretação e a voz rouquíssima da cantora obteve uma imensa carga de energia extra e identidade própria.
Ainda grava mais um álbum com o Plasmatics e um segundo solo intitulado “Kommander of Kaos”, que sai em 86 e se aproxima bastante do heavy metal propriamente dito. Porém, no final dos anos oitenta começa o enfraquecimento de sua carreira e ela deixa o ramo artístico, passando a levar uma vida saudável longe da loucura dos anos idos, se retirando com seu companheiro de longa data Rob Swenson (seu produtor de filmes pornô e empresário de toda sua carreira musical) para Connecticut / EUA, em 1995.
No dia sete de abril de 1998, Wendy, cansada de viver num mundo que considerava decadente, mas em paz consigo mesma, põe fim em sua vida, suicidando-se com um tiro na cabeça com apenas 48 anos.


Fonte: Whiplash

domingo, 9 de maio de 2010

AC/DC como surgiu...


Hoje falarei de uma banda que é considerada a os dinossauros do rock, criada por dois irmãos nos meados dos anos 60, mas que tomou um rumo muito forte somente nos anos 70, afinal seu primeiro álbum surgiria somente em 75 “High Voltage”, ainda garotos a banda que se formou no fundo da casa de um dos integrantes, e que o nome tirado de um dos eletrodomésticos que na época podiam ser usadas em duas correntes alternada e contínua, assim tendo o símbolo AC/DC simbolizando as correntes, símbolo esse que viria se tornar o nome de uma das bandas mais influentes do rock e do heavy.








AC/DC tem um estilo caracteristico, bem diferente dos outros, a guitarra (Angus young) se destaca bastante, o cara além de ser bem inovador na guitarra ele faz uma performance a parte nos show e nas apresentações, ele nunca toca sua guitarra parado, sempre correndo ou se debatendo no chão ou até menos fazendo seus strippes clássicos. Um dos motivos do AC/DC ter dado certo com vocalista diferentes foi o próprio fato da guitarra do angus sei o ícone da banda. 
A Banda teve no álbum “Highway to Hell” no ano de 79, um dos grandes sucessos, nessa época a banda tinha como vocalista o Bon Scott que dava a banda características de Hard Rock, AC/DC entrava num dos ápices da banda e a partir desse momento a banda alcançaria a fama mundial, mas nem tudo era perfeito, pois no começo de 80 em um show Bon Scott ingere muito álcool vindo a descansar no banco de trás do seu carro, mas ali falecia um dos grandes nomes do rock.
Depois do falecimento do Bon Scott a banda procura outro vocalista, acham Dave Evans que chega agravar um single com eles, mas se recusa a subir no palco para cantar, por motivos desconhecidos até hoje ainda bem, pois se ele tivesse subido no palco, o terceiro vocalista da banda e o atual, não teria aparecido, o nome que não só mudou a banda, mas como mudou o rock, Brian Johnson é o nome dele, a partir da entrada de Brian a banda deixa um pouco seu lado hard rock tanto é que muitos críticos e fãs consideram AC/DC uma banda de Heavy, não é AC/DC é hard, e sempre será apenas que a partir de 80 com a entrada do Brian a influencia do Heavy fica mais forte, com o Brian eles gravam seu primeiro álbum ainda em 80, “Back in Black” no qual é um dos álbum mais vendidos na história do rock e o mais vendido da banda, sucessos como “Back in Black”, “Hell´s bell´s” e entre outros estão no álbum.
Depois do Back in Black eles gravam For Those About to Rock (We Salute You) outro grande sucesso que tornou-se o primeiro álbum de Heavy metal a atingir o primeiro lugar em paradas nos Estados Unidos, apesar disso eu nunca considerei como heavy, e sim como hard, apesar do visual e do som terem bastante influencias do heavy
AC/DC já vendeu mais de 200 milhões no mundo todo, e só o Back in Black já vendeu mais de 43 milhões a nível mundial.