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sábado, 17 de julho de 2010

A "morte" do metal e do rock nos anos 90: porquê o rock decaiu na década de 90

O por quê do metal e do rock ter “morrido” nos anos 90 como os mais radicais ou os mais fãs dizem, porquê o metal e rock mudaria drasticamente nessa década que marcou grandes mudanças no rock, no heavy metal até mesmo no punk. 



O primeiro dos motivos foi o “Grunge” maldito seja, pois o grunge que na época virou febre acabou com o rock e principalmente com o hard rock (farofa) que as gravadoras começaram rejeitar drasticamente, o estilo era visto como ultrapassado e muito exagerado visto que a onda glam já havia passado a umas décadas.

O segundo motivo foi a mudança do LP pro CD digital, isso inicialmente não mudou muita coisa, mas pouco tempo depois acarretou num prejuízo para as gravadoras com a grande proliferação da pirataria, com isso as gravadoras investeram menos em novas bandas que formariam uma nova geração de rock decentes, e os álbuns ficam mais longes um dos outros, visto que nos anos 80 bandas chegavam a gravar 2 a 3 álbuns num único ano, hoje em dia leva de 4 ou mais anos de um álbum a outro.

O terceiro motivo foi das bandas mesmo que algumas resolveram mudar ou inovar e acabaram fazendo merda, ou se venderam visto que a cena do metal estava fraca comparada aos anos 80, que foi um dos grandes ápices do rock e do metal.

O quarto motivo foi que com tudo isso e principalmente com a falsificação as gravadoras começaram usar mais a mídia para vender seus discos, começaram a proliferar “bandinhas” da moda, que só fazem sucesso com uma musica legalazinha e depois somem, nos anos 80 tinha isso, mas no anos 90 isso ficou mais evidente piorando nos anos 2000 em diante.

O quinto é que houve quase nenhuma renovação de bandas grandes como por exemplo judas priest, manowar, ac/dc e cada dia que passa mais fica difícil surgir uma banda assim, as que surgem são de rock são boazinhas, mas nada comparado as dos anos 80

sábado, 12 de junho de 2010

Como surgiu o estilo rock progressivo

Falarei hoje sobre o rock progressivo, um estilo bem adepto por muitas pessoas, surgiu em meados dos anos 60 na Inglaterra e tomou um melhor rumo somente nos anos 70, quando o estilo se popularizou, mas hoje ainda há muitos adeptos ao estilo.

O estilo recebeu influências da música clássica e do jazz fusion e praticamente todos os países tiveram músicos ou agrupamentos musicais voltados a esse gênero.
  • Alguns dos componentes e característica essências do estilo

  1. Letras que abordam temas como ficção científica, fantasia, religião, guerra, amor, loucura e história, mas as mesmas não podem ser usadas para definir o estilo pois os instrumentais é a grande característica que defini o rock progressivo.

  1. Vocalizações pouco usuais e uso de harmonias vocais múltiplas
  2. Enormes solos de praticamente todos os instrumentos, expressamente para demonstrar o virtuosismo



Pela maior parte da crítica musical e do público, o Pink Floyd é tido como uma banda de rock progressivo, pois tem como característica marcante de sua obra elementos como: músicas longas, arranjos não tradicionais, uso de sintetizadores e longas partes instrumentais. Porém, existe uma vertente de pesquisadores de música progressiva que afirma que, apesar de apresentar várias características em comum com o gênero, o Pink Floyd não poderia ser considerado progressivo, sendo rock psicodélico ou rock lisérgico a melhor definição para sua música.

Anos 1960: os precursores

O rock progressivo nasceu de uma variedade de influências musicais do final da década de 1960, particulamente no Reino Unido. Entre outros desenvolvimentos, os psicodélicos Beatles e outras bandas de rock psicodélico começaram a combinar o rock and roll tradicional com instrumentos da música clássica e ocidental. Os primeiros trabalhos foram do Pink Floyd e Frank Zappa que já mostravam certos elementos do estilo.

Anos 1970: nascimento, auge e queda


Bandas tidas como referência do rock progressivo incluem The Nice e Soft Machine, e apesar das origens terem sido formadas em meados da década de 1960 foi somente em 1969 que a cena estaria se formando concretamente, como evidenciado pela aparição de King Crimson em fevereiro desse mesmo ano. A banda foi seguida rapidamente de outras bandas do Reino Unido incluindo Yes, Supertramp, Genesis,Emerson Lake and Palmer e Jethro Tull, e outras bandas menos famosas, como Focus, Family, Traffic e outras. Exceto pelo ELP, tais bandas começaram suas carreiras antes do King Crimson, mas mudaram o curso de sua música consideravelmente após o lançamento do álbum In the Court of the Crimson King.
Mas as bandas que mais contribuiram para o nascimento desse estilo, no qual viria tornar-se famosíssimo foram: Yes, Emerson, Lake & Palmer, Rush, Genesis, Gentle Giant, Pink Floyd, Jethro Tull, King Crimson.
As músicas que mais refletiram o que foi o Rock Progressivo e que se tornaram mais famosas foram: "Roundabout" do Yes, "Karn Evil 9"(principalmente a 1st impression, pois a 2nd e 3rd impression são solo de piano e bateria.), "YYZ" do Rush, "The Knife" do Genesis, "Proclamation" do Gentle Giant, "Another Brick in The Wall" do Pink Floyd, "Aqualung" do Jethro Tull e "21st Century Schizoid Man" do King Crimson.
O rock progressivo ganhou seu momento quando os fãs de rock estavam em desilusão com o movimento hippie, movendo-se da música popularsorridente da década de 1960 para temas mais complexos e obscuros, motivando a reflexão. O álbum Trespass do Genesis inclui a canção "The Knife", que retrata um demagogo violento, e "Stagnation", que retrata um sobrevivente de um ataque nuclear. O Van der Graaf Generator também abordava temas existenciais que relacionavam-se como o niilismo.
Com o advento do punk rock no final da década de 1970 as opiniões da crítica na Inglaterra voltaram-se ao estilo mais simples e agressivo de rock, com as bandas progressivas sendo consideradas pretensiosas e exageradas em demasiado, terminado com o reinado de um dos estilos mais liderantes do rock. Tal desenvolvimento é visto freqüentemente como parte de uma mudança geral na música popular, assim como o funk e soulforam subsituídos pela música disco e o jazz ameno ganhou popularidade sobre o jazz fusion. Apesar disso, algumas bandas estabelecidas ainda possuíam ampla base de fãs, como Rush, Genesis e Yes continuaram regularmente no topo de paradas e realizando grandes turnês. Em torno de1979, é geralmente considerado que o punk rock evoluiu para o New Wave.

Anos 1980: o rock neoprogressivo

Os princípios dos anos 1980 assistiram o retorno ao gênero, através de bandas como os Marillion, IQ, Pendragon e Pallas. Os grupos que apareceram nesta altura são por vezes chamados de “neoprogressivos”. Foram amplamente inspirados pelo rock progressivo, mas também incorporaram fortemente elementos do new wave. É caracterizado pela música dinânica, com grande presença de solos tanto de guitarra quanto de teclado. Por esta altura alguns dos grupos leais ao rock progressivo mudaram a sua direção musical, simplificando as suas composições e incluindo mais abertamente elementos electrônicos. Em 1983 os Genesis alcançam um grande êxito internacional com a múscia “Mama”, que tinha um forte ênfase na bateria eletrônica. Esta canção foi gravada em um álbum que também celebrizou o clássico "Home by the Sea", que apresentava uma versão com letra e outra instrumental. Em 1984, o Yes alcança um grande êxito com o álbum 90125 e o sucesso “Owner Of A Lonely Heart”, que continha (para aquela época) efeitos eletrônicos modernos e era acessível a ser tocada em discotecas e danceterias. Em 1983 é criado o Apocalypse um dos principais grupos brasileiros de progressivo. O grupo lançaria 10 álbuns, incluindo 4 álbuns na Europa, e gravaria o primeiro álbum duplo ao vivo de rock progressivo brasileiro nos EUA.